- Amando, tem uma amiga minha que tem uma fantasia de fazer amor à três, topas?
- É aquela sua amiga que você me apresentou quando nos conhecemos?
- É ela mesma, a Gisele.
- Gente fina ela, Rose, eu topo!
Pausa: quando alguma mulher lhe fizer uma proposta como essa nunca se demonstre muito animado, senão ela pode pensar que você é um amador. Be cool!
- Você já fez isso alguma vez?
- Já fiz 2 ou 3 vezes
Pausa: e quando lhe fizer essa pergunta, não exagere na resposta, senão ela pode pensar que você é um profissional. Be cool!
- Mas vem cá, Amando, você só topa se a gente for ficar se tocando, se beijando, é?
- Não, fiquem à vontade
Pausa: evite criar restrições. Na hora as coisas vão acontecer naturalmente. Be cool!
- Hum, boas respostas
- Como assim, Rose?
- É porque essa minha amiga havia proposto isso para o namorado dela, mas acabou desistindo de fazer com ele.
- Porque?
...
- Amor, tem uma amiga minha que tem uma fantasia de fazer amor à três, topas?
- Sério? Você só pode estar brincando comigo
- É sério. Lembra aquela minha amiga que...
- Não importa quem é, eu topo!
- Você já fez isso alguma vez?
- Não, é meu grande sonho. Finalmente vai ser realizado, obrigado!
- Mas vem cá, Amor, você só topa se a gente for ficar se tocando, se beijando, é?
- Claro, lógico. Senão não tem a menor graça.
Discordo dele. Teve graça sim. A namorada dele é uma gracinha.
domingo, junho 25, 2006
domingo, junho 18, 2006
Aposta (Amando na Copa)
Estávamos na concentração para a estréia do Brasil. A festinha começou logo pela manhâ para acompanhar Coréia e Togo e depois o jogo da França.
No jogo do Brasil, organizou-se, como sempre, um bolão. Nunca gostei de participar de bolão de 1 único jogo. Acho que um monte de gente colocando os mesmos resultados não tem muita graça.
Então resolvi ficar de fora do bolão oficial e chamei a Rebecca para uma aposta particular. A Rebecca foi um antigo caso meu. Ficamos diversas vezes e ela sempre foi louca para namorar comigo.
- Eu aposto na Croácia e você aposta no Brasil, o que achas?
- Ótimo! E apostamos o que?
- Se o Brasil ganhar, namoro
- Hum, boa proposta. E se a Croácia ganhar?
- Se a Croácia ganhar, felação no estacionamento
- Lá vem você, Amando.
- A vitória da Croácia é uma possibilidade remota, Rebecca. E quanto maior o risco, maior tem que ser o retorno.
- Mas sem fazer aquilo na minha boca, tá?
- Ahh não, Rebecca...
- Só se for assim, Amando.
- Tá bom, então
- Então fechado!
Acabou o jogo. Perdi a aposta!
Começamos o namoro logo depois do jogo. Quando terminou a festa, fui deixar ela em casa. No estacionamento, já rolou um amor oral. Mas não foi do jeito que eu gosto. Ela tirava na melhor hora. Acabamos discutindo e brigando.
Acabou o namoro. Ganhei a aposta!
No jogo do Brasil, organizou-se, como sempre, um bolão. Nunca gostei de participar de bolão de 1 único jogo. Acho que um monte de gente colocando os mesmos resultados não tem muita graça.
Então resolvi ficar de fora do bolão oficial e chamei a Rebecca para uma aposta particular. A Rebecca foi um antigo caso meu. Ficamos diversas vezes e ela sempre foi louca para namorar comigo.
- Eu aposto na Croácia e você aposta no Brasil, o que achas?
- Ótimo! E apostamos o que?
- Se o Brasil ganhar, namoro
- Hum, boa proposta. E se a Croácia ganhar?
- Se a Croácia ganhar, felação no estacionamento
- Lá vem você, Amando.
- A vitória da Croácia é uma possibilidade remota, Rebecca. E quanto maior o risco, maior tem que ser o retorno.
- Mas sem fazer aquilo na minha boca, tá?
- Ahh não, Rebecca...
- Só se for assim, Amando.
- Tá bom, então
- Então fechado!
Acabou o jogo. Perdi a aposta!
Começamos o namoro logo depois do jogo. Quando terminou a festa, fui deixar ela em casa. No estacionamento, já rolou um amor oral. Mas não foi do jeito que eu gosto. Ela tirava na melhor hora. Acabamos discutindo e brigando.
Acabou o namoro. Ganhei a aposta!
domingo, junho 11, 2006
Véspera
Adoro o dia dos namorados! Pode parecer estranho, mas é verdade. Quer dizer, o que eu gosto mesmo é da véspera do dia dos namorados.
Minha programação neste dia é sempre a mesma: ir ao shopping para conhecer namoradas carentes e maltratadas, mas que mesmo assim estão dispostas a comprar presentes caros e escrever cartões bonitinhos.
Encontrei uma garota interessante na papelaria. Ela estava em dúvida sobre qual cartão comprar para o namorado.
- Se ele for carinhoso, você poderia dar este cartão aqui.
- Falou comigo?
- Se o seu namorado for um cara carinhoso, você poderia dar esse aqui ó
- É, legal esse mesmo. Mas não sei se ele é tão carinhoso assim.
- Ou então esse aqui para homenagear a fidelidade dele?
- Não tenho tanta confiança nele
- E este?
- Ele não é tão atencioso comigo, sabe...
- Desculpe dizer isso, mas o que você está fazendo com um cara como esse então?
Acabei convencendo ela a comprar um cartão em branco. Continuamos conversando e aos poucos ela foi me confessando algumas das desilusões sexuais que vinha sofrendo.
É por isso também que eu adoro o dia dos namorados. Porque é um dia para homenagear esses homens incompetentes, que tanto facilitam a minha vida. Quer dizer, na verdade todo dia é dia de homenageá-los.
Ajudei Julieta a escrever o cartão. Com a caneta do hotel. Ficou lindo. Acho que o Vladimir vai gostar.
Feliz dia dos namorados!
Minha programação neste dia é sempre a mesma: ir ao shopping para conhecer namoradas carentes e maltratadas, mas que mesmo assim estão dispostas a comprar presentes caros e escrever cartões bonitinhos.
Encontrei uma garota interessante na papelaria. Ela estava em dúvida sobre qual cartão comprar para o namorado.
- Se ele for carinhoso, você poderia dar este cartão aqui.
- Falou comigo?
- Se o seu namorado for um cara carinhoso, você poderia dar esse aqui ó
- É, legal esse mesmo. Mas não sei se ele é tão carinhoso assim.
- Ou então esse aqui para homenagear a fidelidade dele?
- Não tenho tanta confiança nele
- E este?
- Ele não é tão atencioso comigo, sabe...
- Desculpe dizer isso, mas o que você está fazendo com um cara como esse então?
Acabei convencendo ela a comprar um cartão em branco. Continuamos conversando e aos poucos ela foi me confessando algumas das desilusões sexuais que vinha sofrendo.
É por isso também que eu adoro o dia dos namorados. Porque é um dia para homenagear esses homens incompetentes, que tanto facilitam a minha vida. Quer dizer, na verdade todo dia é dia de homenageá-los.
Ajudei Julieta a escrever o cartão. Com a caneta do hotel. Ficou lindo. Acho que o Vladimir vai gostar.
Feliz dia dos namorados!
domingo, junho 04, 2006
Performance
- Que saco, Sandra! Manda esse cara parar de ligar!
- Desculpa, Amando. Mas é porque o meu marido é muito ciumento.
- Mas está demais. Ele já ligou seis vezes em menos de 1 hora. Não consigo transar assim.
- Realmente ele é muito ciumento. Mas eu nem posso reclamar, também sou assim
- O ciúme é importante em um relacionamento. Só não pode exagerar dessa forma.
- Mas é porque o nosso ciúme é obsessivo.
Realmente era obsessivo. Acho até que o Aurélio poderia incluir o exemplo dela como definição para “ciúme obsessivo”: todo dia quando o marido chega do trabalho à noite, a primeira coisa que ela faz é baixar suas calças e fazer um trabalho manual nele. Então ela analisa a consistência e a espessura do material recolhido para concluir se ele andou traindo ela.
- E alguma vez você já constatou que ele traiu você?
- Nunca. Ainda bem
- Desculpe a minha indiscrição, Sandrinha, mas porque você trai tanto ele então?
- Ele não vêm me satisfazendo sexualmente.
- Mas será que não é porque ele já chega cansado do trabalho e você faz um trabalho manual à força nele e aí ele acaba ficando exausto e não consegue fazer amor com você?
- É mesmo, nunca pensei nisso
Coitado: o ciúme obsessivo está atrapalhando a sua performance
Mas vê se pára de ligar para não atrapalhar a minha.
- Desculpa, Amando. Mas é porque o meu marido é muito ciumento.
- Mas está demais. Ele já ligou seis vezes em menos de 1 hora. Não consigo transar assim.
- Realmente ele é muito ciumento. Mas eu nem posso reclamar, também sou assim
- O ciúme é importante em um relacionamento. Só não pode exagerar dessa forma.
- Mas é porque o nosso ciúme é obsessivo.
Realmente era obsessivo. Acho até que o Aurélio poderia incluir o exemplo dela como definição para “ciúme obsessivo”: todo dia quando o marido chega do trabalho à noite, a primeira coisa que ela faz é baixar suas calças e fazer um trabalho manual nele. Então ela analisa a consistência e a espessura do material recolhido para concluir se ele andou traindo ela.
- E alguma vez você já constatou que ele traiu você?
- Nunca. Ainda bem
- Desculpe a minha indiscrição, Sandrinha, mas porque você trai tanto ele então?
- Ele não vêm me satisfazendo sexualmente.
- Mas será que não é porque ele já chega cansado do trabalho e você faz um trabalho manual à força nele e aí ele acaba ficando exausto e não consegue fazer amor com você?
- É mesmo, nunca pensei nisso
Coitado: o ciúme obsessivo está atrapalhando a sua performance
Mas vê se pára de ligar para não atrapalhar a minha.
domingo, maio 28, 2006
Velhos tempos
- Amaaando!
- Opa...
- Tudo bem? Não tá lembrada de mim?
- Humm...
- Fernanda*, do colégio.
- Ahhh Fernanda, poxa, quanto tempo, hein?
- Pois é, acho que faz uns 10 anos né
- E aí, como você está?
- Estou ótima, e você?
- Estou bem. Você está tão diferente. Quase que eu não lhe reconheço.
- Pois é, mudei um pouco. Estou com uns quilinhos a mais.
- Acontece, todo mundo muda com o tempo.
A Fernanda foi o meu grande amor durante os anos do colégio. Ela tinha um rostinho de bebê, cabelos pretos longos e um corpinho escultural. Mas agora estava irreconhecível: pele estragada, cabelos loiros pintados com água oxigenada e com muuuitos quilinhos a mais.
É claro que não pude perder a oportunidade de aproveitar a má fase dela para realizar o meu antigo desejo colegial.
Na nossa conversa pós-coital, confessei:
- Você sabia que eu sempre tive o maior tesão por você?
- Sério?
- Era. Eu sempre ia lá na piscina do colégio só para te ver. Até hoje me lembro daquele seu maiô azul marinho e aquela toquinha.
- Piscina?
- É, nos treinos do time de natação
- Do que você está falando?
- O time de natação que você...
- Eu nunca participei de nenhum time de natação, Amando. Eu mal sei nadar.
- Peraí.. você não é a Fernanda que estudou comigo na 8a série?
- Está louco, Amando?
Poxa vida, transei com a pessoa errada!
* nome fictício
- Opa...
- Tudo bem? Não tá lembrada de mim?
- Humm...
- Fernanda*, do colégio.
- Ahhh Fernanda, poxa, quanto tempo, hein?
- Pois é, acho que faz uns 10 anos né
- E aí, como você está?
- Estou ótima, e você?
- Estou bem. Você está tão diferente. Quase que eu não lhe reconheço.
- Pois é, mudei um pouco. Estou com uns quilinhos a mais.
- Acontece, todo mundo muda com o tempo.
A Fernanda foi o meu grande amor durante os anos do colégio. Ela tinha um rostinho de bebê, cabelos pretos longos e um corpinho escultural. Mas agora estava irreconhecível: pele estragada, cabelos loiros pintados com água oxigenada e com muuuitos quilinhos a mais.
É claro que não pude perder a oportunidade de aproveitar a má fase dela para realizar o meu antigo desejo colegial.
Na nossa conversa pós-coital, confessei:
- Você sabia que eu sempre tive o maior tesão por você?
- Sério?
- Era. Eu sempre ia lá na piscina do colégio só para te ver. Até hoje me lembro daquele seu maiô azul marinho e aquela toquinha.
- Piscina?
- É, nos treinos do time de natação
- Do que você está falando?
- O time de natação que você...
- Eu nunca participei de nenhum time de natação, Amando. Eu mal sei nadar.
- Peraí.. você não é a Fernanda que estudou comigo na 8a série?
- Está louco, Amando?
Poxa vida, transei com a pessoa errada!
* nome fictício
domingo, maio 21, 2006
Feliz aniversário
Nós já tínhamos transado algumas vezes, Felícia era uma das minhas parceiras fixas. Mas ela já estava atingindo o seu limite de repetições permitido.
Até que certo dia ela me mandou uma mensagem diferente: “Tenho uma surpresa que você vai gostar”.
Fiquei curioso e liguei de volta.
- Tem uma amiga minha que morre de vontade de fazer amor com um casal. Só que ela tem algumas regrinhas.
- Quais seriam?
Bem, é que ela quer que seja com um casal de verdade, que tenha um relacionamento...
- Podemos fingir que somos namorados
- ... e que seja numa data especial para o casal
- Faz de conta que é o meu aniversário
Combinamos tudo e no dia marcado a amiga chegou pontualmente no motel marcado. Começamos a conversar naturalmente, como se nada estivesse para acontecer. Mas depois de algumas doses de whisky começaram os trabalhos.
- Que tal a gente cantar parabéns para ele?
- Ótima idéia, amiga! Deixa só eu mudar de posição para eu puder bater palmas
- Parabéns pra você, nesta data querida....
A noite foi ótima.
Mas depois que a amiga foi embora, acabamos o namoro. Bem no dia do meu aniversário.
Até que certo dia ela me mandou uma mensagem diferente: “Tenho uma surpresa que você vai gostar”.
Fiquei curioso e liguei de volta.
- Tem uma amiga minha que morre de vontade de fazer amor com um casal. Só que ela tem algumas regrinhas.
- Quais seriam?
Bem, é que ela quer que seja com um casal de verdade, que tenha um relacionamento...
- Podemos fingir que somos namorados
- ... e que seja numa data especial para o casal
- Faz de conta que é o meu aniversário
Combinamos tudo e no dia marcado a amiga chegou pontualmente no motel marcado. Começamos a conversar naturalmente, como se nada estivesse para acontecer. Mas depois de algumas doses de whisky começaram os trabalhos.
- Que tal a gente cantar parabéns para ele?
- Ótima idéia, amiga! Deixa só eu mudar de posição para eu puder bater palmas
- Parabéns pra você, nesta data querida....
A noite foi ótima.
Mas depois que a amiga foi embora, acabamos o namoro. Bem no dia do meu aniversário.
domingo, maio 14, 2006
Genitoras
Quantas mulheres grávidas imaginam serem abordadas por um cara em pleno supermercado?
Vi uma gestante linda e não resisti. Ajudei ela com as compras e ofereci carona. Acabamos chegando numa conversa íntima. Ela me revelou que estava carente porque o marido não queria tocá-la pois ela já estava com 6 meses de gravidez. Daí em diante, foi fácil.
Realmente a Isabelle estava carente. Acho que a sua última vez devia ter sido na concepção da criança. Pena que eu tive que manter uma única posição: em pé, de costas. E ela ficava sempre me pedindo para ter cuidado. Mas foi muito bom.
Espero que o pequeno Silas* tenha nascido saudável.
Feliz dia das mães!
* nome fictício
Vi uma gestante linda e não resisti. Ajudei ela com as compras e ofereci carona. Acabamos chegando numa conversa íntima. Ela me revelou que estava carente porque o marido não queria tocá-la pois ela já estava com 6 meses de gravidez. Daí em diante, foi fácil.
Realmente a Isabelle estava carente. Acho que a sua última vez devia ter sido na concepção da criança. Pena que eu tive que manter uma única posição: em pé, de costas. E ela ficava sempre me pedindo para ter cuidado. Mas foi muito bom.
Espero que o pequeno Silas* tenha nascido saudável.
Feliz dia das mães!
* nome fictício
domingo, maio 07, 2006
Reconciliação
Joana estava bastante carente. Tinha acabado o noivado há pouco mais de 1 semana.
Estávamos fazendo amor. Ela estava em cima de mim, éramos um só. E de repente o seu celular tocou. Ela não pretendia atender, mas quando viu “Número não identificado” resolveu ver o que era.
Ela atendeu. Não falou nada. Apenas ouviu por uns 30 segundos, e desligou.
- Desculpe minha curiosidade, Joana, mas que ligação foi essa?
- Foi uma mensagem fonada do meu ex-noivo. Muita linda, inclusive.
- E você não vai ligar para agradecer?
- Não sei se devo ligar.
- Acho que você deveria
- Oi, recebi sua mensagem, adorei... Pois é, também tenho muita saudade de você, penso muito na gente... Você também é o homem da minha vida... Também quero dar mais uma chance para nós...
Ela desligou, saiu de cima de mim e deixei ela em casa.
Fiquei muito feliz em ter ajudado a reatar o relacionamento.
Estávamos fazendo amor. Ela estava em cima de mim, éramos um só. E de repente o seu celular tocou. Ela não pretendia atender, mas quando viu “Número não identificado” resolveu ver o que era.
Ela atendeu. Não falou nada. Apenas ouviu por uns 30 segundos, e desligou.
- Desculpe minha curiosidade, Joana, mas que ligação foi essa?
- Foi uma mensagem fonada do meu ex-noivo. Muita linda, inclusive.
- E você não vai ligar para agradecer?
- Não sei se devo ligar.
- Acho que você deveria
- Oi, recebi sua mensagem, adorei... Pois é, também tenho muita saudade de você, penso muito na gente... Você também é o homem da minha vida... Também quero dar mais uma chance para nós...
Ela desligou, saiu de cima de mim e deixei ela em casa.
Fiquei muito feliz em ter ajudado a reatar o relacionamento.
domingo, abril 30, 2006
Lembranças
No caminho
- A gente está indo para onde?
- É um lugar seguro onde a gente fica no carro exatamente como a gente estava lá. Prometo que você não vai nem descer do carro.
Na rua
- Hum.. esse lugar aqui não me é estranho
- Já está chegando, é logo ali na frente
Na porta
- Ei, peraí. Eu já vim aqui
- É, isso é um drive-in. Muita gente vem aqui
- Não, eu já vim aqui com você
- Foi?
- Foi, há uns 4 ou 5 anos eu acho.
- Sério?
- É. E a gente já transou.
- Certeza?
- Certeza. A gente se conheceu na praia, como hoje. Aí ficou parado com o carro um tempo lá na frente da praia. E aí você começou a dizer que era perigoso lá. Então saímos, você disse que iríamos para um lugar seguro, me prometeu que eu não iria nem descer do carro. Então viemos cá. Era só para conversar mas acabamos transamos.
- É, parece que foi mesmo. OK, então, vou te deixar de volta lá na praia.
- A gente está indo para onde?
- É um lugar seguro onde a gente fica no carro exatamente como a gente estava lá. Prometo que você não vai nem descer do carro.
Na rua
- Hum.. esse lugar aqui não me é estranho
- Já está chegando, é logo ali na frente
Na porta
- Ei, peraí. Eu já vim aqui
- É, isso é um drive-in. Muita gente vem aqui
- Não, eu já vim aqui com você
- Foi?
- Foi, há uns 4 ou 5 anos eu acho.
- Sério?
- É. E a gente já transou.
- Certeza?
- Certeza. A gente se conheceu na praia, como hoje. Aí ficou parado com o carro um tempo lá na frente da praia. E aí você começou a dizer que era perigoso lá. Então saímos, você disse que iríamos para um lugar seguro, me prometeu que eu não iria nem descer do carro. Então viemos cá. Era só para conversar mas acabamos transamos.
- É, parece que foi mesmo. OK, então, vou te deixar de volta lá na praia.
domingo, abril 23, 2006
Isso é fato!
Logo na nossa primeira vez, ela me solicitou para fazer amor anal. Nunca me interessei por este tipo de amor. Minha política quanto a isso sempre foi “Não faça com os outros o que você não quer que façam com você”. Mas, como ela estava pedindo muito, resolvi abrir uma exceção.
Depois do ato, conclui que esta prática realmente não é do meu agrado. Entretanto, confesso que o insistente pedido dela me deixou muito excitado. E que, depois da consumação, me senti um tanto quanto poderoso e fiquei feliz com o acontecido.
Não há dúvidas: o fato é melhor do que o ato.
Depois do ato, conclui que esta prática realmente não é do meu agrado. Entretanto, confesso que o insistente pedido dela me deixou muito excitado. E que, depois da consumação, me senti um tanto quanto poderoso e fiquei feliz com o acontecido.
Não há dúvidas: o fato é melhor do que o ato.
domingo, abril 16, 2006
Oh dúvida cruel
Chamei ela mas ela não respondeu. Insisti e nada. Até que toquei nela e aí então ela parou. Fiz uma pergunta mas ela não respondeu. Fez sinal que era surda. Gesticulei perguntando como eu poderia contactá-la e ela anotou um número de celular para mim.
Liguei durante a semana. Uma amiga atendeu e marcamos para sair.
Enfim tirei minha dúvida. Elas gemem.
Liguei durante a semana. Uma amiga atendeu e marcamos para sair.
Enfim tirei minha dúvida. Elas gemem.
domingo, abril 02, 2006
De mudança
Ela tinha acabado de se mudar pra cá mas o noivo ainda não tinha vindo. Estava para começar uma faculdade para ajudar o futuro marido no comércio que ele queria montar. Parecia que o projeto do casamento era algo bastante importante para ela.
Na nossa conversa pós-coital perguntei:
- Então você está realmente decidida a casar?
- Estou sim, já está tudo marcado.
- E gosta realmente dele?
- Muito. Estou muito feliz ao lado dele. É uma pessoa muito especial para mim. Ele me completa, sabe. Acho que nós fomos realmente feitos um para o outro.
Achei ela sincera.
Na nossa conversa pós-coital perguntei:
- Então você está realmente decidida a casar?
- Estou sim, já está tudo marcado.
- E gosta realmente dele?
- Muito. Estou muito feliz ao lado dele. É uma pessoa muito especial para mim. Ele me completa, sabe. Acho que nós fomos realmente feitos um para o outro.
Achei ela sincera.
domingo, março 26, 2006
Não faço questão
No meio do ato, de repente, ela gritou:
- Vai, Erick!
Não faço muita questão que fale meu nome certo, mas desta vez resolvi corrigi-la.
- Licença, mas meu nome não é Erick
- Eu sei, Amando, é porque Erick é o nome do meu marido. E eu amo tanto ele.
- Ah ok. Posso chamá-la de Fernanda?
- Está louco? Não quero fazer amor com um homem que está pensando em outra.
Mulher de princípios.
- Vai, Erick!
Não faço muita questão que fale meu nome certo, mas desta vez resolvi corrigi-la.
- Licença, mas meu nome não é Erick
- Eu sei, Amando, é porque Erick é o nome do meu marido. E eu amo tanto ele.
- Ah ok. Posso chamá-la de Fernanda?
- Está louco? Não quero fazer amor com um homem que está pensando em outra.
Mulher de princípios.
domingo, março 19, 2006
Mensagem dorsal
Ela estava numa posição onde os joelhos e as mãos ficam apoiados no chão. Então vi que no final do seu dorso havia uma tatuagem onde dizia: “Pedro”.
- Pedro é o seu marido?
- Não, é o meu filho.
- Qual a idade dele?
- 4 anos. É um menino muito danado... Sabe de uma coisa? Acho que ele merece umas palmadas. Quer bater? Bate, vai
Exemplo de mãe. Apanha em nome do filho.
- Pedro é o seu marido?
- Não, é o meu filho.
- Qual a idade dele?
- 4 anos. É um menino muito danado... Sabe de uma coisa? Acho que ele merece umas palmadas. Quer bater? Bate, vai
Exemplo de mãe. Apanha em nome do filho.
domingo, março 12, 2006
Confessionário
Na nossa conversa pós-coital, a Solange estava me contando que há 2 semanas atrás a sua melhor amiga apareceu na sua casa aos prantos para confessar que também estava traindo o marido. Desse dia em diante, Solange me revelou que o seu casamento começou a desmoronar.
- Peraí... não vai me dizer que o tal amante da sua melhor amiga era o seu marido?
- Não, não foi isso. O problema foi que enquanto ela choramingava nos meus braços contando os detalhes da sua traição, eu morria de inveja das loucuras sexuais que ela fazia com o amante.
O ciúme das mulheres como sempre destruindo os casamentos.
- Peraí... não vai me dizer que o tal amante da sua melhor amiga era o seu marido?
- Não, não foi isso. O problema foi que enquanto ela choramingava nos meus braços contando os detalhes da sua traição, eu morria de inveja das loucuras sexuais que ela fazia com o amante.
O ciúme das mulheres como sempre destruindo os casamentos.
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