No caminho
- A gente está indo para onde?
- É um lugar seguro onde a gente fica no carro exatamente como a gente estava lá. Prometo que você não vai nem descer do carro.
Na rua
- Hum.. esse lugar aqui não me é estranho
- Já está chegando, é logo ali na frente
Na porta
- Ei, peraí. Eu já vim aqui
- É, isso é um drive-in. Muita gente vem aqui
- Não, eu já vim aqui com você
- Foi?
- Foi, há uns 4 ou 5 anos eu acho.
- Sério?
- É. E a gente já transou.
- Certeza?
- Certeza. A gente se conheceu na praia, como hoje. Aí ficou parado com o carro um tempo lá na frente da praia. E aí você começou a dizer que era perigoso lá. Então saímos, você disse que iríamos para um lugar seguro, me prometeu que eu não iria nem descer do carro. Então viemos cá. Era só para conversar mas acabamos transamos.
- É, parece que foi mesmo. OK, então, vou te deixar de volta lá na praia.
domingo, abril 30, 2006
domingo, abril 23, 2006
Isso é fato!
Logo na nossa primeira vez, ela me solicitou para fazer amor anal. Nunca me interessei por este tipo de amor. Minha política quanto a isso sempre foi “Não faça com os outros o que você não quer que façam com você”. Mas, como ela estava pedindo muito, resolvi abrir uma exceção.
Depois do ato, conclui que esta prática realmente não é do meu agrado. Entretanto, confesso que o insistente pedido dela me deixou muito excitado. E que, depois da consumação, me senti um tanto quanto poderoso e fiquei feliz com o acontecido.
Não há dúvidas: o fato é melhor do que o ato.
Depois do ato, conclui que esta prática realmente não é do meu agrado. Entretanto, confesso que o insistente pedido dela me deixou muito excitado. E que, depois da consumação, me senti um tanto quanto poderoso e fiquei feliz com o acontecido.
Não há dúvidas: o fato é melhor do que o ato.
domingo, abril 16, 2006
Oh dúvida cruel
Chamei ela mas ela não respondeu. Insisti e nada. Até que toquei nela e aí então ela parou. Fiz uma pergunta mas ela não respondeu. Fez sinal que era surda. Gesticulei perguntando como eu poderia contactá-la e ela anotou um número de celular para mim.
Liguei durante a semana. Uma amiga atendeu e marcamos para sair.
Enfim tirei minha dúvida. Elas gemem.
Liguei durante a semana. Uma amiga atendeu e marcamos para sair.
Enfim tirei minha dúvida. Elas gemem.
domingo, abril 02, 2006
De mudança
Ela tinha acabado de se mudar pra cá mas o noivo ainda não tinha vindo. Estava para começar uma faculdade para ajudar o futuro marido no comércio que ele queria montar. Parecia que o projeto do casamento era algo bastante importante para ela.
Na nossa conversa pós-coital perguntei:
- Então você está realmente decidida a casar?
- Estou sim, já está tudo marcado.
- E gosta realmente dele?
- Muito. Estou muito feliz ao lado dele. É uma pessoa muito especial para mim. Ele me completa, sabe. Acho que nós fomos realmente feitos um para o outro.
Achei ela sincera.
Na nossa conversa pós-coital perguntei:
- Então você está realmente decidida a casar?
- Estou sim, já está tudo marcado.
- E gosta realmente dele?
- Muito. Estou muito feliz ao lado dele. É uma pessoa muito especial para mim. Ele me completa, sabe. Acho que nós fomos realmente feitos um para o outro.
Achei ela sincera.
domingo, março 26, 2006
Não faço questão
No meio do ato, de repente, ela gritou:
- Vai, Erick!
Não faço muita questão que fale meu nome certo, mas desta vez resolvi corrigi-la.
- Licença, mas meu nome não é Erick
- Eu sei, Amando, é porque Erick é o nome do meu marido. E eu amo tanto ele.
- Ah ok. Posso chamá-la de Fernanda?
- Está louco? Não quero fazer amor com um homem que está pensando em outra.
Mulher de princípios.
- Vai, Erick!
Não faço muita questão que fale meu nome certo, mas desta vez resolvi corrigi-la.
- Licença, mas meu nome não é Erick
- Eu sei, Amando, é porque Erick é o nome do meu marido. E eu amo tanto ele.
- Ah ok. Posso chamá-la de Fernanda?
- Está louco? Não quero fazer amor com um homem que está pensando em outra.
Mulher de princípios.
domingo, março 19, 2006
Mensagem dorsal
Ela estava numa posição onde os joelhos e as mãos ficam apoiados no chão. Então vi que no final do seu dorso havia uma tatuagem onde dizia: “Pedro”.
- Pedro é o seu marido?
- Não, é o meu filho.
- Qual a idade dele?
- 4 anos. É um menino muito danado... Sabe de uma coisa? Acho que ele merece umas palmadas. Quer bater? Bate, vai
Exemplo de mãe. Apanha em nome do filho.
- Pedro é o seu marido?
- Não, é o meu filho.
- Qual a idade dele?
- 4 anos. É um menino muito danado... Sabe de uma coisa? Acho que ele merece umas palmadas. Quer bater? Bate, vai
Exemplo de mãe. Apanha em nome do filho.
domingo, março 12, 2006
Confessionário
Na nossa conversa pós-coital, a Solange estava me contando que há 2 semanas atrás a sua melhor amiga apareceu na sua casa aos prantos para confessar que também estava traindo o marido. Desse dia em diante, Solange me revelou que o seu casamento começou a desmoronar.
- Peraí... não vai me dizer que o tal amante da sua melhor amiga era o seu marido?
- Não, não foi isso. O problema foi que enquanto ela choramingava nos meus braços contando os detalhes da sua traição, eu morria de inveja das loucuras sexuais que ela fazia com o amante.
O ciúme das mulheres como sempre destruindo os casamentos.
- Peraí... não vai me dizer que o tal amante da sua melhor amiga era o seu marido?
- Não, não foi isso. O problema foi que enquanto ela choramingava nos meus braços contando os detalhes da sua traição, eu morria de inveja das loucuras sexuais que ela fazia com o amante.
O ciúme das mulheres como sempre destruindo os casamentos.
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